sexta-feira, 1 de abril de 2011

VULNERABILIDADE "SEXUAL".


           
             Lendo o texto constatei que a maior vulnerabilidade da população da minha escola não é a vulnerabilidade social, ou seja, falta de grana dos adolescentes para comprar camisinha e nem a vulnerabilidade institucional ou pessoal como estão apregoando e sim vulnerabilidade sexual.
            Também questiono: Fazendo o uso da camisinha se uma pessoa está garantida? Acredito que não porque ela pode furar e desaparecer. Se caso isto ocorrer quem é que vai ter a coragem de ir fazer um teste para verificar se é soro positivo ou não? Se isto ocorrer também o cidadão nunca mais vai poder fazer sexo sem camisinha, porque poderá transmitir o vírus para o parceiro.
            Penso que na Escola é importante contatar palestrantes que tenham muito conhecimento e segurança em relação a estes temas para passar aos nossos jovens, pois acredito que a informação e a reflexão são os melhores remédios para prevenir esta e outras doenças sexualmente transmissíveis.
            Diante dos tabus, da liberação sexual e da sociedade em que vivemos, vemos diante de tantas mudanças que nossa adaptação se torna cada vez mais difícil. O que se pode fazer, para tornar mais fácil e coerente à vida do homem diante desses conceitos? Como encarar a nova “moral”, sem ferir a individualidade de cada um?
            Sabemos que com a liberação sexual, a vulnerabilidade pessoal e social aumentou, não só os jovens estão expostos à conseqüências negativas como também os adultos que são pais destes jovens, ou seja, a doença da sociedade é o sexo!  A família não consegue encarar sozinha a responsabilidade de educar sexualmente seus filhos sobrando novamente para as escolas.
            Portanto hoje, a Escola tem mais este papel de fazer compreender, de esclarecer, pois adultos e jovens devem ficar a par de todo esse conhecimento científico a fim de que possam desfrutar, sem perigo, uma incedida liberdade e passem a respeitar as maneiras impostas pela decência. Apagando o estigma do “pecado” inerente a qualquer ação sexual fora do matrimônio e, em consequência, suprimirá os perigos físicos e maior parte dos mentais.
            Como educadores temos que tomar CONSCIÊNCIA para que essa “revolução sexual” não seja um problema tão grande como já é!
           


3 comentários:

  1. Gostei da sua visita. Conhça os neus denais blogs. Passe por lá. São cinco.
    sandra

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  2. Ter consciencia e fazer o melhor é a nossa obrigação enquanto educadores.
    Um belo texto amigo.
    Sandra

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  3. Oi, vim deixar o convite para ser meu seguidor por aqui.
    http://escolaensinandoeaprendendo.blogspot.com
    Basta acessar. Não consegui seguir vc. Vou passar de novo em outro momento. Inclusive no seu outro blog, também não deu certo.
    Até mais,
    Sandra

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